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CRÔNICO - uma aventura diária -
Nas Esquinas do Rio
Luís Peazê
Imago Editora  (2006)
164 pg 21x15
ISBN 978.85.312.1003-8

Preço de capa R$30,00

 

Boa Viagem
Por Antônio Tôrres

"A crônica existe desde o começo do mundo”, ensina-nos Luís Peazê, neste seu livro tão útil quanto agradável. Pois o lemos com aprendizagem e prazer.

Ele vai longe na cronologia do gênero, levando-nos a um passeio histórico às origens do primeiro texto literário, surgido na Mesopotâmia, há 3 mil anos a.C. E de lá nos guia aos primórdios da crônica jornalística, na Inglaterra do século XVIII, e à França, já no apogeu dos cronistas.

Depois desta volta no tempo, chegaremos às esquinas do Rio de Janeiro entre as últimas décadas do século XIX e as primeiras do século XX .

Era ali que se postavam sumidades como José de Alencar, Machado de Assis e João do Rio, para observar a alma encantadora das suas ruas. E estes são apenas alguns dos que fizeram a crônica parecer coisa nossa, com marca de origem e carimbo de autenticidade nacional.

O passeio segue pela contemporaneidade adentro e afora, até descobrirmos os modos de usar a crônica do próprio Luís Peazê. Boa viagem.


http://tribunadonorte.com.br/coluna.php?id=2023
TRIBUNA DO NORTE, Natal, RN
Toque - Livros e Cultura 20/12/2006
Por Carlos Peixoto

Aventure-se pela crônica

*Carolina Feital - Contexto Assessoria

A crônica é capaz de levar o leitor a uma viagem pelo mundo, num piscar de olhos. Tudo isso, em poucos minutos. Em seu novo livro, com selo da Imago Editora, Crônico - Uma aventura diária -Nas  Esquinas do Rio (160 páginas. R$ 30,00), Luís Peazê convida o leitor a se aventurar. 

Peazê mostra que às vezes uma crônica pode marcar mais que um livro. E em tempos de internet, qualquer pessoa alfabetizada pode escrever sobre sua visão do mundo e expressar a opinião, mas com muito cuidado, pois nem tudo que se escreve é crônica. Uma dúvida, ainda aberta, é se jornalistas que escrevem bem se tornam cronistas ou cronistas que escrevem mal se tornam jornalistas? (respostas para essa coluna).

Certeza, certeza é que ninguém é apenas cronista na vida (a exceção que confirma a regra deve ter sido Rubem Braga). Peazê está inserido na regra. Além de cronista, é romancista, tradutor e jornalista. Escreve crônicas diariamente desde 1998. Foi analista de sistemas, empresário no Brasil, Estados Unidos e Austrália, e publicitário premiado com medalhas de ouro, prata e bronze pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Membro da Hemingway Society - USA, tradutor do romance Por Quem os Sinos Dobram,  de Ernest Hemingway (Bertrand, 2004). 

Uma das características marcantes da crônica é que ela permite a cada escritor, seja ele jornalista ou cronista, ter uma idéia própria sobre o estilo. Em Crônico - uma aventura diária nas - Esquinas do Rio, Luís Peazê não pretende ensinar a escrever crônicas, mas fazer com que o leitor entenda o sentido real da técnica. 

Luís Peazê conta que “seu caso crônico com a crônica” começou nos tempos e que morava na Califórnia. Para matar as saudades do Brasil, puxava na memória uma esquina do Rio de Janeiro e escrevia para o site Clínica Literária(c) com o título guarda-chuva Nas Esquinas do Rio. O mais interessante é que os textos começaram a aparecer em outros veículos digitais e impressos. De lá para cá escreve uma média de 20 ao mês. E já são mais de 2000 crônicas.

Mas por que a crônica fascina tanto? Para o autor, uma das razões é a liberdade que se tem para escrever o que se passa em dado momento, sem a preocupação com a imparcialidade, esta dose de risco intelectual.


Aventure-se
Por Carol Feital

A crônica é capaz de levar o leitor a uma viagem pelo mundo, num piscar de olhos. Tudo isso, em poucos minutos.

Em seu novo livro, com selo da Imago Editora, Crônico uma Aventura Diária nas Esquinas do Rio de Janeiro, Luís Peazê convida o leitor a se aventurar.

Peazê mostra que às vezes uma crônica pode marcar mais que um livro inteiro. E em tempos de internet, qualquer pessoa alfabetizada pode escrever sobre sua visão do mundo e expressar a opinião, mas com muito cuidado, pois nem tudo que se escreve é crônica.

Jornalistas que escrevem bem se tornam cronistas ou cronistas que escrevem mal se tornam jornalistas?

Uma das características marcantes da crônica é que ela permite a cada escritor, jornalista, cronista, ter uma idéia própria sobre ela. Em Crônico - uma aventura diária nas - Esquinas do Rio de Janeiro, Luís Peazê não pretende ensinar a escrever crônicas, mas fazer com que o leitor entenda o sentido real da técnica.

O autor conta que seu caso crônico com a crônica começou nos tempos e que morava na Califórnia. Para matar as saudades do Brasil, puxava na memória uma esquina do Rio de Janeiro e escrevia para o site Clínica Literária© com o título guarda-chuva Nas Esquinas do Rio. O mais interessante é que começaram a aparecer em vários outros veículos digitais e impressos. De lá para cá escreve uma média de 20 mês, são mais de 2000 crônicas.

Mas por que a crônica fascina tanto? Para o autor, umas das razões é a liberdade que se tem para escrever o que se passa em dado momento, sem a preocupação com a imparcialidade, esta dose de risco intelectual. Um traço da aventura diária nas esquinas do rio.

Enfim, a verdadeira história da crônica, reunindo neste livro definições e colaborações de cronistas consagrados no Brasil como José de Alencar, Machado de Assis, Moacyr Scliar, Artur da Távola, Carlos Eduardo Novaes, Walter Galvani, Antônio Tôrres entre outros. CRÔNICO também traz curiosidades e uma coletânea comemorativa de Nas Esquinas do Rio, e ainda outras três crônicas dedicadas ao jornalismo, e "três crônicas inéditas, que deveriam ser contos", reunidas em O DIÁLOGO de Verissimo (pai) com Verissimo (filho).

Você nunca mais vai ler ou escrever crônica do mesmo jeito!


Sobre o autor: Verbete na Enciclopédia Brasileira de Literatura: Peazê, Luís, cronista, romancista, tradutor e jornalista (MTB 24338). Escreve crônicas diariamente desde 1998. Foi analista de sistemas, empresário no Brasil, Estados Unidos e Austrália, e publicitário premiado com medalhas de ouro, prata e bronze pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Membro da Hemingway Society – USA, tradutor do romance “Por Quem os Sinos Dobram” de Ernest Hemingway (Bertrand, 2004). Um dos títulos do autor: Alvídia – Um Horizonte a Mais, narrativa da aventura de “largar tudo”, construir um veleiro com as próprias mãos e velejar com sua mulher, Helga, ambos sem experiência prévia, num dos mares mais perigosos do mundo, nas costas sul, leste e norte da Austrália. Mais bibliografia em www.luispeaze.com/home.htm


Fotos para divulgação>>>

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