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Dinghy Peazê/Site Oficial  - O Festival  -  Notícias - Contato

Aracruz/Wheyerhaueser patrocina o Dinghy Peazê
fornece LYPTUS, a madeira nobre do futuro
http://www.lyptus.com.br/
Por Luís Peazê
Postado em 17 de março de 2009 - 11:39:00 BRT

000_0591.jpg (789854 bytes)Em meados de 2008, o escritor, jornalista e artesão naval Luís Peazê procurou o Sr. Erling Lorentzen, fundador da empresa Aracruz Celulose para solicitar-lhe apoio para a produção do Dinghy Peazê, que envolve um plano a médio longo prazo num projeto educacional e cultural de promoção da mentalidade marítima no Brasil. Os contatos com o Sr. Lorentzen eram produtivos mas o Grupo Votorantim, que já possuia participação societária no Grupo Aracruz,  fez uma proposta de aquisição de grande parte das ações da Aracruz o que coincidiu com o anúncio da crise americana e subsequentemente anúncios da crise econômica mundial, ora em curso, em vários países.

Incansável e otimista Peazê procurou então a empresa Weyerhaueser, que é parte de uma join venture com a Aracruz e formam a empresa Aracruz Produtos de Madeira - APM, que, por sua vez, produz o LYPTUS, a madeira nobre do futuro. Um híbrido a partir da seleção de várias espécies de eucaliptos, resultado de 40 anos de experimento. Já a APM é um parque industrial madeireiro fruto do investimento de 42 milhões de dólares daquela join venture. O LYPTUS vinha sendo fornecido quase que integralmente ao mercado externo e, a partir de 2009, o mercado interno começou a descobrir suas características e aplicabilidades sinalizando para um futuro muito promissor.

Sediada no estado de Washington, nas proximidades de Seattle, e ao lado de Port Townsend, local do Wooden Boat Festival, a Weyerhaueser, apesar de estar em meio a uma crise econômica histórica de seu país, viu com bons olhos a oportunidade de apoiar a exibição do Dinghy Peazê neste que é o mais tradicional festival de barcos de madeira do mundo. Enquanto a empresa procurava meios para viabilizar o apoio, novidade para o seu planejamento de marketing, enquanto ocorria a corrida presidencial para os Estados Unidos, Peazê fazia contato com o Wooden Boat Festival, para especular sua participação, "de um jeito ou de outro", conforme ele mesmo diz. Mas bastou o staff da organização do evento conhecer o Dinghy Peazê para enviar um convite oficial para Peazê exibir sua obra naval no evento, assim como para realizar algumas palestras e entreter a audiência do festival.

Neste interim, pelo esforço da Weyerhaueser o board da Aracruz Produtos de Madeira deu o sinal verde para apoiar a participação do Dinghy Peazê no Wooden Boat Festival. Ficou acertado então para a APM fornecer a madeira, o transporte da embarcação para os USA e a produção de algumas peças promocionais.

É neste contexto que o Dinghy Peazê recebeu o patrocínio e retribui para a promoção da LYPTUS, um produto genuinamente brasileiro, madeira totalmente extraida de florestas renováveis a partir de árvores plantadas, isto é, um fornecimento confiável para o mercado e ambientalmente sustentável, fortemente competitivo. Para conhecer a LYPTUS clique aqui>>>

Assim, o apoio parcial para a exibição do primeiro barco brasileiro no mais tradicional festival de barcos de madeira do mundo está garantido. Embora falte a parte de custeio de viagem, hospedagem e outros itens que juntos totalizam 1/3 da verba que Peazê precisa, o que, a contar pelo seu entusiasmo não será impossível conseguir.

Mais informações sobre o evento:

Há décadas realiza-se em Port Townsend, USA, o mais tradicional festival de barcos de madeira do mundo, o Wooden Boat Festival.

O Dinghy Peazê, construido pelo artesão naval, escritor e jornalista Luís Peazê, será a primeira embarcação brasileira a ser exibida neste evento de projeção internacional.

Trata-se o Dinghhy Peazê de uma réplica do famoso Columbia 12´ de Nathanael Herreshoff, considerado o introdutor de técnicas e metodologias na indústria de barcos a vela de lazer e competição, a partir do final do século XIV. Até os dias de hoje seus barcos inspiram arquitetos navais e são objeto de admiração dos entusiastas da náutica e saudosistas deste meio particular, o dos barcos clássicos de maderia.

wpe2.jpg (76107 bytes)O Wooden Boat Festival deste ano é o de número 33 e realizar-se-á entre os dias 11, 12 e 13 de setembro. No evento são exibidas embarcações de todos os tamanhos e tipos, para venda ou simplesmente por puro prazer de seus proprietários, e a única condição para participar é que sejam de madeira. Também participam do WBF expositores fornecedores de produtos náuticos. Mas o evento é acima de tudo um congraçamento da comunidade de "boating people", pessoas da náutica, e é conduzido numa atmosfera envolvente de música folclórica (americana), comida, brincadeiras na água, tais como as regatas de barcos pequenos. Ainda, no evento, são ministradas rápidas oficinas, patrocinadas tanto pela Wooden Boat Foundation quanto pelo Maritime Center, entidade que está no momento em franco processo de construção patrocinada pela comunidade local, de indivíduos, poder público e empresas privadas. No evento de 2008 foram exibidas   ... embarcações e, apesar da crise nos Estados Unidos, os organizadores estão otimistas e fazendo planos de superar aquele número.

Luís Peazê recebeu um convite especial para exibir o Dinghy Peazê no Wooden Boat Festival e também para realizar algumas palestras sobre sua aventura na Austrália, onde largou uma vida de empresário para construir com as próprias mãos um veleiro, o seu sonho na época, década de 1990. Após construir o barco, Peazê passou a viver a bordo com a sua mulher, a cientista social Helga Leal, e velejaram juntos mais de 10.000 milhas na costa australiana, aventura narrada no livro Alvídia, Um Horizonte a Mais. Antes de ser empresário na Austrália e Estados Unidos, Peazê contribuia para jornais como articulista (talvez precursor da informática) para o mercado de processamento de dados, o que lhe deu o gosto pelo jornalismo e passou a fornecer matérias especialisadas como freelancer; também foi analista de sistemas e publicitário premiado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Segundo o próprio Peazê, sua aventura maior não foi construir um barco com as próprias mãos e aprender a velejar sozinho no Mar da Tasmânia, foi largar tudo para realizar um sonho. A partir de então não faz outra coisa, tentar realizar sonhos e estimular pessoas a fazer o mesmo. Participar do Wooden Boat Festival é mais um sonho antigo de Peazê.

Curiosamente a cidade de Port Townsend é conhecida pelo apelido carinhoso de cidade dos sonhos.

Clique em  Wooden Boat Festival, para mais informações sobre o evento.

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Apoio:

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