
Esta ilustração não pertence
aos Correios.
Estas são as marcas oficiais dos CORREIOS:








Você sabia que uma carta pessoal, escrita à mão livre E na
tradicional folha de papel pautado, custa apenas R$0,01 se escrito na frente do envelope,
padrão dos correios, CARTA PESSOAL?
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Quero aderir à TARIFA LIVRO já!
E gostaria de acompanhar esta campanha.
Moacyr Scliar
"Como escritor,
veterano leitor e fã da ECT - uma grande empresa nacional - sonho em ver livros e
correios unidos no objetivo de chegar às pessoas de forma mais barata, o que
representará um forte incentivo à leitura!"
Maurício Mello Junior - TV Senado - Programa Leituras
Fui menino interiorano. Isso nos
anos 70. Os livros me chegavam numa biblioteca pública onde a modernidade
parava nos clássicos de 22. As novidades vinham nos pacotes bem fechados do
Clube do Livro, do Círculo do Livro e de outros mágicos agora falidos. A
emoção de cortar a fita plástica... Sei lá, as vezes penso que meu mundo caminha para
a mediocridade. Outras vezes, pejado de esperança, sonho com a volta dos momentos de
inteligência. Baratear o preço e abrir o caminho postal para o mundo sublime da
literatura é iniciar a ressurreição.
Sergio Machado - Editora Record
"Da mesma forma que não existe
país livre, sem imprensa livre, não existe país desenvolvido, sem uma indústria
editorial desenvolvida. Num país de dimensões continentais, como o nosso, o custo da
distribuição é muito alto e onera o acesso ao conhecimento propiciado pelos
livros. Uma visão estratégica de desenvolvimento contempla, necessáriamente, ações de
apoio à circulação dos livros, e a idéia de uma TARIFA LIVRO, preferencial e mais
econômica, se insere perfeitamente, entre as melhores iniciativas de apoio ao
desenvolvimento nacional."
Alcione Araújo
Garoto, recebia livros pelos Correios.Escritor, recebo e envio livros pelos Correios. Os
Correios trouxeram a formação e, hoje, levam e trazem profissão. Esta parceria merece
ser coroada com a Tarifa Livro.
Luis Fernando Verissimo
Me parece que uma das maneiras de se conseguir o que, afinal,
todo o mundo quer, que é a maior circulação, exposição e leitura de livros no país,
é tornar o seu transporte via Correio mais barato. A Tarifa Livro é uma grande
idéia.
Eduardo Salomão (Imago Editora)
A Internet com as suas livrarias, ou os braços virtuais das
livrarias, além dos sites de e para o livro eram as grandes promessas para superar o
problema da distribuição do livro no Brasil. Distribuir o livro não é apenas uma
questão comercial de uma editora. Distribuir também é difundir o trabalho de autores,
democratizando a cultura e a educação. Infelizmente, esta promessa não se materializou.
Talvez porquê não existe uma conexão viável capaz de ser a ponte entre o mujndo
virtual e os leitores.
Neste sentido, a TARIFA LIVRO pode preencher essa lacuna. Autores, editoras, livrarias e
leitores têm muito a ganhar com ela.
Antônio Tôrres
Os índices de leitura no Brasil são muito baixos; os problemas
do mercado de livros são inúmeros; por que não começar a resolvê-los e mudar a
situação pelos nossos Correios? Está aí a TARIFA LIVRO. Quer mais simples do que isso?
Paulo Coelho
Evidente que apóio a iniciativa. Em muitos países europeus,
isso barateia muito o custo de gente que é obrigada a encomendar livros por correios
porque não tem uma livraria próxima. Dando este passo, os Correios se posicionam a favor
da cultura, e a favor do cidadão. Grande abraço. Paulo
Joyce Cavalccante
Presidente da REBRA-Rede de Escritoras Brasileiras
Principalmente como leitora, também como escritora e presidente
de uma associação que congrega 2300 escritoras brasileiras, me sinto honrada em
participar dessa tão necessária campanha por tarifas postais especiais para o envio de
livros, liderada pelo intelectual Luís Peazê e apoiada pelos mais significativos
cidadãos desse país. Tenho interesse na excelência desse esse país, por isso tudo que
for para facilitar a leitura podem contar comigo
Lúcia Riff
Oi Peazê, Puxa, se a Lei do Livro* fala em livros
brasileiros (e não em livros escritos por autores brasileiros e publicados por editoras
brasileiras), qualquer livro publicado por qualquer editora nacional se enquadraria no
benefício. Na verdade, se a idéia desta medida é estimular a leitura e o mercado
editorial brasileiro, não importa se estamos lendo autores de outras nacionalidades,
traduzidos e publicados no Brasil, ou autores nossos - neste sentido, o importante é o
correio saber identificar que são livros impressos no Brasil, certo?
*Lei do Livro 10.753 de 30/10/2003, no Capítulo IV Da Difusão,
Parágrafo IV "estabelece tarifa especial reduzida para o envio de livros
brasileiros" NOTA da Clínica Literária)
Eu não tenho dúvida que baratear o custo do envio de livros, seja dentro do Brasil, seja
do Brasil para outros países, é uma forma de estimular a leitura, o conhecimento, a
divulgação do trabalho das nossas Editoras, dos nossos autores. Do jeito que está, eu
penso duas três vezes antes de enviar um livro pelo correio para o exterior, de tão caro
que é. As alternativas de envio mais baratas e mais lentas obviamente não interessam. A
Internet acaba sendo usada como forma de cortar custos, mas é evidente que, se estamos
tentando conquistar o interesse de uma Editora estrangeira num autor brasileiro, nada
melhor que enviar o livro, ao invés de algumas páginas em pdf.
Acabo de voltar da Feira do Livro de Frankfurt, onde tudo gira em torno da compra e vendas
de direitos de publicação de obras literárias, entre editores e agentes de todo o
mundo. Os Correios são peça fundamental nessas negociações para envio de
manuscritos, exemplares, resenhas, contratos - ainda que os e-mails estejam resolvendo a
comunicação básica -, pois não se fecha uma só negociação sem uma grande troca de
informações via postal.
Neste momento em que estamos tentando incentivar a publicação de autores brasileiros no
exterior, se pudermos contar com a redução das tarifas de envios de livros pelos nossos
Correios, será mesmo uma excelente notícia!
Abraços da
Lucia Riff.
Ziraldo


em breve mais depoimentos...
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