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Campanha pela Tarifa Livro de Envio de Livros pelos Correios
Iniciativa lançada em 07/09/2006 por Luís Peazê e Clínica Literária

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NOTÍCIAS DA CAMPANHA da TARIFA LIVRO de envio pelos Correios

18/10/2006 - Dia do Livro

  • Campanha ultrapassa 1.000 adesões

  • Lúcia Riff apóia a TARIFA LIVRO

Lúcia Riff, a mais badalada Agente Literária brasileira, pela competência e pelos autores de renome que representa, uma seleção dos sonhos, retorna da Feira de Frankfurt e envia mensagem de apoio à TARIFA LIVRO e sobre a Lei do Livro. Justamente no Dia do Livro, quando a campanha ultrapassa 1.000 adesões. Chegamos a 1012 signatários da Carta à ECT. Leia a mensagem de Lúcia Riff na íntegra:

“Oi Peazê,
Puxa, se a Lei do Livro* fala em livros brasileiros (e não em livros escritos por autores brasileiros e publicados por editoras brasileiras), qualquer livro publicado por qualquer editora nacional se enquadraria no benefício. Na verdade, se a idéia desta medida é estimular a leitura e o mercado editorial brasileiro, não importa se estamos lendo autores de outras nacionalidades, traduzidos e publicados no Brasil, ou autores nossos - neste sentido, o importante é o correio saber identificar que são livros impressos no Brasil, certo?

 

*Lei do Livro 10.753 de 30/10/2003, no Capítulo IV Da Difusão, Parágrafo IV "estabelece tarifa especial reduzida para o envio de livros brasileiros" NOTA da Clínica Literária)

Eu não tenho dúvida que baratear o custo do envio de livros, seja dentro do Brasil, seja do Brasil para outros países, é uma forma de estimular a leitura, o conhecimento, a divulgação do trabalho das nossas Editoras, dos nossos autores. Do jeito que está, eu penso duas três vezes antes de enviar um livro pelo correio para o exterior, de tão caro que é. As alternativas de envio mais baratas e mais lentas obviamente não interessam. A Internet acaba sendo usada como forma de cortar custos, mas é evidente que, se estamos tentando conquistar o interesse de uma Editora estrangeira num autor brasileiro, nada melhor que enviar o livro, ao invés de algumas páginas em pdf.

Acabo de voltar da Feira do Livro de Frankfurt, onde tudo gira em torno da compra e vendas de direitos de publicação de obras literárias, entre editores e agentes de todo o mundo. Os Correios são peça fundamental nessas negociações – para envio de manuscritos, exemplares, resenhas, contratos - ainda que os e-mails estejam resolvendo a comunicação básica -, pois não se fecha uma só negociação sem uma grande troca de informações via postal.

Neste momento em que estamos tentando incentivar a publicação de autores brasileiros no exterior, se pudermos contar com a redução das tarifas de envios de livros pelos nossos Correios, será mesmo uma excelente notícia!

Abraços da
Lucia Riff

 

------------------
No Piauí, o servidor público federal, Sr. Paulo Afonso toma conhecimento da campanha TARIFA LIVRO, faz a adesão (17/10/2006) e resolve comprar um livro do idealizador da campanha. Segue abaixo o custo da operação entre autor e leitor. Essa é a minha homenagem à Leitura no Dia do Livro, pois o livro só serve pra isso, nada mais. E só quem sabe a importância da Leitura para dar ao livro a importância que ele merece. Os nossos Correios tão eficientes em seus serviços estão pecando tristemente com respeito à Lei do Livro:

Serviço SEDEX Sem Serviços Adicionais de Aviso de Recebimento ou Mão Própria
Peso até 1 kg, o Alvídia – Um Horizonte a Mais (456 pág.) pesa 700 gramas.

Origem Niterói, RJ – 24220-270
Destino PI – Capital – 64046-240
Valor Declarado - R$ 35,00 (preço de capa do Alvídia...)
Valor do Serviço dos Correios R$ 27,00


Serviço SEDEX com o serviço de “Mão Própria (entrega em mãos do destinatário)”
Mesmo item, peso, origem e destinatário (sem aviso de recebimento)
Mão Própria (Tarifa R$ 3,00)
Valor Declarado - R$ 35,00 (preço de capa do Alvídia...)
Valor do Serviço R$ 30,00

Observação: para este mesmo livro enviado da Califórnia para Nova Iorque a postagem custa US$3,51 (R$7,65), entrega dentro de cinco dias úteis, testado e garantido. A Amazon cobra apenas US$1,95. Por Encomenda Normal (mais de sete dias) pelos Correios custa R$11,50 do Rio para o Piauí. Para São Paulo custa R$8,50.

27/09/2006 - Palestra gratuita pela Internet por Luís Peazê
Programa:
1. Panorama da leitura e da cadeia produtiva do livro no Brasil: o que muitos sabem mas ninguém diz;

2. As iniciativas pelo estímulo ao hábito de leitura; porque os resultados não aparecem;
3. a campanha TARIFA LIVRO já: lançamento; ocorrências nas três primeiras semanas; previsão pessimista, provável e otimista.
Data: 05 de outubro de 2006
Horário:
19:30h
Carga horária:
2 horas
Investimento:
gratuito.
Local: Áudio conferência pela Internet. Para saber mais clique aqui.

20/09/2006 - PNLL envia e-mail tempestivo informando que NÃO adere à TARIFA LIVRO - Nesta tarde morna no aprazível bairro de Icaraí, na cidade dos Araribóias de Niterói, RJ, Luís Peazê retornava de um bureau de impressão gráfica, onde foi imprimir de seu próprio bolso adesivos da campanha TARIFA LIVRO, animado com as adesões que não páram de chegar, quando ao abrir sua caixa de e-mails recebe uma correspondência de José Castilho Marques Neto, via endereço eletrônico luciana.vale@pnll.gov.br em nome da Secretaria Executiva do PNLL, sem endereço físico, sem CGC, um aparato, como o próprio nome diz, "Plano instaurado pelo governo com a participação limitada da sociedade civil", sem natureza física. Leia na íntegra o e-mail recebido por Peazê e sua resposta clicando em PNLL_nega_apoio_aTARIFA LIVRO.

Mas o conteúdo mais importante é que o PNLL não aprova esta iniciativa pela TARIFA LIVRO. Embora seus objetivos, publicados em seu Web site sejam:

http://www.pnll.gov.br/ "O Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) é um conjunto de projetos, programas, atividades e eventos na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas em desenvolvimento no País, empreendidas pelo Estado (em âmbito federal, estadual e municipal), setor privado e terceiro setor. (...) O PNLL é, assim, uma política de Estado que tem por finalidade assegurar o acesso ao livro e à leitura a todos os brasileiros e formar uma sociedade de cidadãos leitores."

Este web site do PNLL oferece um formulário para cadastro de projetos. A iniciativa pela TARIFA LIVRO foi inserida e até hoje não recebemos resposta, a não se o tal e-mail citado nesta notícia chata.

Declaração de José Castilho Marques à Folha Dirigida quando de sua posse a frente do PNLL:

Folha Dirigida, Renato Deccache | 11.9.2006 | 12h01 "Presidente da Editora Unesp, José Castilho acredita que o livro ainda é caro no Brasil, considerando-se o poder aquisitivo médio da população. Mas espera que o quadro seja revertido com campanhas que ampliem o número de leitores."

Foi esta mesma pessoa que enviou o e-mail à TARIFA LIVRO informando que o PNLL não adere à campanha de envio mais barato pelos Correios.

ERRATA: em e-mails que enviamos para profissionais do livro e da educação e cultura, e para a Presidência dos correios, portanto não divulgados publicamente (cito o Presidente da ABL, da Biblioteca Nacional, Ministério da Educação, Ministério da Cultura, Presidência da República, Livraria Siciliano, Livraria Saraiva, Imago Editora, Record Editora, Cia. das Letras, Editora Rocco, Câmara Rio-Grandense do Livro e PNLL - Plano Nacional do Livro e da Leitura) mencionamos que um grupo executivo do PNLL iria encontrar-se com o Presidente da República na quinta-feira 21/09/2006. ERRAMOS, trata-se de um grupo de simpatizantes pelo MANIFESTO DO LIVRO, e não do PNLL embora algums membros de um e de outro possam ser as mesmas pessoas. Isso resultou na troca de e-mails acima e num e-mail pessoal, de desagrado, do Sr. Osvaldo Siciliano ao Luís Peazê. Leia na íntegra toda essa correspondência clicando aqui. Não era pública, agora é (clique em qualquer parte deste texto para ler as correspondências citadas), a todos que aderiram à TARIFA LIVRO e que ainda irão aderir.

Num telefonema recebido hoje da Presidência dos Correios com respeito à solicitação de audiência para discutir a implementação da TARIFA LIVRO mencionamos que "certamente" a comitiva que iria visitar o Presidente Lula "mencionaria" a TARIFA LIVRO (dedução esperançosa a nossa), dito num tom amistoso, ingênuo provavelmente, e dissemos ainda que "o Presidente Lula dirá que o que ele tinha que fazer ele fez, assinar a Lei do Livro, agora é com o Presidente dos Correios", mas isso gerou o desagrado do Sr. Osvaldo Siciliano e a não adesão à TARIFA LIVRO do Sr. José Castilho Marques. Que país é o que vivemos, e um círculo tão pequeno este "dos livros" tristemente rico em incompatibilidades... Enquanto isso, vamos pagando caro para ler os Vendilhões do Templo de Moacyr Scliar, ou o Alvídia, Um Horizonte a Mais de um autor desconhecido.

Siciliano Pai retira apoio à Tarifa Livro. ERRATA: 29/09/2006 Sr. OS informa ao Publishnews (não ao Luís Peazê) que nunca aderiu à campanha, então não poderia retirá-la. Ele deve estar certo, ou caturro. Em e-mail do Sr. OS à Luís Peazê (21/09/2006), somente quando ele (Sr. OS) quiser tratar disso com o Presidente dos Correios a TARIFA LIVRO será implementada.
Peço e-mail de solidariedade à e-mail que enviei ao Sr. Siciliano pedindo que ele mantenha seu apoio. Convido também para que, antes deste apoio ser ratificado, não compremos livros na Rede de Lojas Siciliano. Meu cartão "Amigos Siciliano" 883426-5 está sobre a minha mesa e não será utilizado enquanto esse apoio não for ratificado.
Leia também Carta ao Presidente Lula enviada por fax e e-mail hoje 21/090/2006. Clique aqui


14/09/2006 - Apoios de Peso - A campanha pela TARIFA LIVRO já começara com apoios de peso, como os padrinhos Moacyr Scliar e Luis Fernando Verissimo, mas nesta quinta-feira 14/09/2006 pesos pesados em grupo aderiram à campanha. O escritor Paulo Coelho enviou mensagem da França, chamando a atenção dos Correios para a importância da criação de uma TARIFA LIVRO; a Academia Brasileira de Letras aderiu em peso à campanha; e a Câmara Rio-Grandense do Livro aprovou a sua adesão institucional à TARIFA LIVRO; além,  é claro, de pessoas de várias partes do Brasil continuarem aderindo e divulgando a importância de se ter um selo, uma tarifa, um custo privilegiado para se enviar livro neste nosso Brasil. Com o respeito de todos as personalidades e instituições acima, este peso de cada indivíduo, leitor, é talvez o maior de todos.  

Enquanto Peazê entregava de mão em mão, explicando a TARIFA LIVRO, uma carta para acadêmicos no Chá desta quinta-feira na ABL, chegava em seu e-mail consultado numa paradinha na própria biblioteca Lúcio de Mendonça (ao lado da sala de chá dos acadêmicos) na (ABL) a mensagem de Paulo Coelho, da França, veja em "depoimentos".

Muito engraçado, os acadêmicos confraternizavam na sala de chá, após participarem do Seminário Brasil Brasis realizado na casa, e Peazê na ante sala "atacava" cada um, que se arriscava a sair, vendendo a TARIFA LIVRO. Mas nem precisava muito argumento de venda, a compreensão, apoio e incentivo vinham de imediato. Nélida Piñon só faltou pegar Peazê nos ombros como se fosse comemorar um gol no Maracanã. Eduardo Portella, Evanildo Bechara e Paulo Sérgio Rouanet também deram seus apoios com grande entusiasmo. Encorajador. Receberam cartas pessoalmente os seguintes Imortais:

Sergio Paulo Rouanet, Marcos Vinicius Vilaça, Ana Maria Machado, Eduardo Portella, Affonso Arinos de Mello Franco; Alberto da Costa e Silva; Evanildo Cavalcante Bechara e Nélida Piñon. Os demais a receberão através do serviço de correspondência da ABL.

Chegou também por e-mail uma resposta, quase automática, à solicitação de apoio feita pela manhã desta quinta-feira à Câmara Rio-Grandense do Livro. O Editor gaúcho João Carneiro (Tomo Editorial) comunicou que a Câmara do Livro aprovou em reunião o apoio à TARIFA LIVRO. 


13/09/2006 - Atingimos 200 adesões em cinco dias - Número modesto, comparado com o objetivo da campanha TARIFA LIVRO (1 milhão de signatários da carta ao Presidente dos Correios), mas as respostas pela Internet são lentas mesmo. As pessoas têm toda a razão por ficarem relutantes com esta forma de correspondência, mas a sensação é que esses números irão decolar em breve.

Contamos que as pessoas percebam a seriedade da iniciativa e empenho dos primeiros simpatizantes, e, quando pudermos contar com o apoio de instituições, então daremos saltos significativos.

Hoje foi o dia de enviar cartas formais para instituições ligadas ao livro. Receberam carta solicitando apoio e difusão a Câmara Rio-Gandense do Livro, seu presidente e cada membro da diretoria individualmente; a Câmara Brasileira do Livro, seu presidente e os departametos daquele órgão; a LIBRE - Associação Brasileira de Editoras (médias e pequenas), seu presidente e assessoria de imprensa e o Senado Federal, através do Senador Pedro Simon.

Um história interessante: a livreira Paula Simões, da Bahia, aparentemente fez a adesão com o seu filho (salvo erro de cálculo) Jorge Simões, estudante, e registrou a sua ocupação como LIVREIRA DESEMPREGADA. É comovente, pois, mesmo nesta situação desagradável, dedicou seu precioso tempo para inserir seus dados no formulário do web site da TARIFA LIVRO. - Paula, que você seja recolocada no mercado de trabalho o mais rápido possível. Obrigado pelo seu voto de confiança.


12/09/2006 - Segunda-feira, primeiro dia de visitas pessoais - Não deu para registrar com fotografia, mas foi um dia agitado e produtivo. Primeiro foi uma visita à Imago Editora, receber das mãos de Eduardo Salomão um depoimento estimulante - que delicadeza, elaborou um texto curtinho e me aguardava com a folha impressa no timbre da Imago. Salomão prometeu levar uma solicitação formal de apoio à TARIFA LIVRO para a diretoria do SNEL. Grande empurrão. Não lhe custou nada além da vontade de ajudar. E torcer para o que todos queresmo, e precisamos. Uma TARIFA LIVRO!

Ali pertinho, no centro do Rio, ao meio-dia, visitei a charmosa Livraria Travessa e conversei com a simpática e ocupada gerente Sandra. Promessa de divulgação, vamos ver.  Não deu tempo para cumprimentar a amiga Milena Duchiade, na tradicional Livraria Leonardo Davinci, mas nesta semana ainda passo lá para cobrar-lhe um sorriso e a adesão à TARIFA LIVRO dela e pela Associação de Livreiros. A próxima visita tinha horário marcado, na Academia Brasileira de Letras.

Na ABL o atencioso Chefe da Biblioteca, o Bibliotecário Luiz Antonio de Souza nem me deixou terminar de explicar a campanha, foi logo abrindo um e-mail no OutLook e enviando a Newsletter préformatada no web site da TARIFA LIVRO para sua lista de contatos. Para concluir a peregrinação na ABL produzi um convite ali mesmo para o presidente da Casa de Machado, o Acadêmico Marcos Vinicius Vilaça. Ao chegar em casa telefonei para o Tribunal de Contas da União, em Brasília, para conversar com o Dr. Vilaça. Logo em seguida recebi um retorno telefônico de Luiz Shwartz, da Companhia das Letras, mais um apoio de peso.

Depois de tanto tabalho, pensei em relaxar o resto do dia, com a sensação do dever cumprido. Impossível. Um carinhoso e-mail da antes desconhecida e agora amiga a Educadora Romilda Jardim Raeder (SP) me obrigou a continuar "a campanha", despachar e-mails, ligar para a agência de comunicação do site Submarino e vários outros contatos e atualização do site da TARIFA LIVRO. Diz o e-mail da Romilda:

Olá, amigos!
Como todos sabem, não costumo repassar campanhas, apelos, correntes e toda a parafernalha que circula pela internet, entupindo nossas caixas postais.
Desta vez, porém, abro uma exceção em nome da educação, do conhecimento e do prazer de ler, fazendo um apelo a todos para que participem da campanha por TARIFAS MAIS BARATAS para POSTAGEM DE LIVROS, o que tornará um pouco mais viável a compra de livros pela internet.

Para participar, copiem este link para a janela de endereços de seus navegadores e visitem a página: http://www.luispeaze.como/correios/tarifalivro.htm
Atenção: A idéia original da campanha foi do escritor, jornalista e tradutor Luís Peazê (da página acima).Aproveito para divulgar o endereço da Estante do Livro, um sítio que congrega dezenas e dezenas de sebos de todo o Brasil (já pensaram que beleza comprar num sebo lá do Ceará e pagar bem baratinho para recebê-lo, com uma tarifa especial para postagem de livros?):
http://www.estantevirtual.com.br/inicio.htm
Abraços literários!
Romilda

É ou não é um baita estímulo!


11/09/2006 - Foi enviado um e-mail ao Presidente dos Correios, comunicando o envio do Sedex na sexta feira 09, com a carta apelando POR UMA TARIFA ESPECIAL PARA POSTAGEM DE LIVROS NOS CORREIOS. O e-mail foi lido, conforme a seguinte autenticação eletrônica:

----- Original Message -----
From: "AC - Presidencia - Caixa Postal" <presidencia@correios.com.br>
To: "Luís Peazê" <contato@luispeaze.com>
Sent: Monday, September 11, 2006 9:09 AM
Subject: Lida: TARIFA LIVRO
Your message
To:      AC - Presidencia - Caixa Postal
Subject: TARIFA LIVRO
Sent:    Mon, 11 Sep 2006 08:29:51 -0300

was read on Mon, 11 Sep 2006 09:09:52 -0300


08/09/2006 - Primeiro dia útil da campanha TARIFA LIVRO, um Sedex foi despachado para à ECT - Empresa de Correios e Telégrafos (número de rastreamento SR546422445BR) com a carta publicada nete Web site ao seu presidente, apelando para a implementação de uma TARIFA ESPECIAL PARA POSTAGEM DE LIVROS NOS CORREIOS.

Neste dia vários telefonemas foram dados para contatos, amigos e influenciadores de opinião, tais como o escritor Luis Fernando Verissimo (Porto Alegre), a Professora Tânia Rösing (Passo Fundo), idealizadora e coordenadora das Jornadas Literárias e membro do PNLL - Plano Nacional para o Livro e a Leitura, a proprietária da Livraria Leonardo Davinci, tradicional livraria do Rio de Janeiro, Sra. Milena Duchiade, ativa entre os livreiros.

A campanha recebeu, neste primeiro dia útil, de meio de feriado, um simpático e-mail do Sr. Sergio Machado da Editora Record. Seu depoimento de incentivo à campanha está publicado neste web site. E começamos a receber adesões valiosas de profissionais do livro e simpatizants em geral, de vários segmentos da sociedade, de professores universitários a trabalhadores da construção civil. Gostaríamos de publicar o momento de particularidade com que cada um aderiu à campanha, mas, infelizmente isso é impraticável a partir de agora. Pois, a boa notícia é que, a campanha decolou, recebe cada vez adesões e, como prevíamos, estamos tendo muito trabalho para atualizar este modest Web site.


07/09/2006 - É lançada a campanha TARIFA LIVRO através de um telefonema (em 06/09/2006) para a presidência dos Correios, informando da campanha. Na primeira hora do dia da Independência do Brasil foi disparada uma mala direta eletrônica para 6.975 endereços.

A primeira adesão à campanha veio do escritor Moacyr Scliar, membro da Academia Brasileira de Letras, que gentilmente enviou uma frase de incentivo à campanha, publicada neste Web site. Em seguida, de Brasília, do escritor e jornalista Maurício de Albuquerque Melo Junior, acessor direto do Presidente do Senado, Senador Renan Calheiros, também enviou um depoimento. De Minas Gerais a contista, poeta e produtora cultural Malluh Praxedes fez a sua adesão e despachou ela mesma e-mails para sua lista de contatos.

Testemunhais:

Moacyr Scliar
"Como escritor, veterano leitor e fã da ECT - uma grande empresa nacional - sonho em ver livros e correios unidos no objetivo de chegar às pessoas de forma mais barata, o que representará um forte incentivo à leitura!"

Sergio Machado - Editora Record
"Da mesma forma que não existe país livre, sem imprensa livre, não existe país desenvolvido, sem uma indústria editorial desenvolvida. Num país de dimensões continentais, como o nosso, o custo da distribuição é muito alto e onera o acesso ao conhecimento propiciado pelos livros. Uma visão estratégica de desenvolvimento contempla, necessáriamente, ações de apoio à circulação dos livros, e a idéia de uma TARIFA LIVRO, preferencial e mais econômica, se insere perfeitamente, entre as melhores iniciativas de apoio ao desenvolvimento nacional."

Maurício Mello Junior
Alcione Araújo
Luis Fernando Verissimo
Paulo Coelho
Antonio Torres
Joyce Cavalccante
Eduardo Salomão

em breve mais..

E-MAIL AO OSVALDO SICILIANO (pai) 21/009/2006

E-MAIL E FAX AO PRESIDENTE LULA 21/09/2006

E-MAIL AO PRESIDENTE DOS CORREIOS 21/09/2006

siciliano
----- Original Message -----
From: Luís Peazê
To: diretoria@cbl.org.br Sr. Osvaldo Siciliano
Sent: Thursday, September 21, 2006 12:54 PM
Subject: Sr. Siciliano reafirma apoio à TARIFA LIVRO



Senhor Siciliano,

Estou com o meu cartão Amigos Siciliano número 883426-5 sobre a minha mesa e não pretendo utilizá-lo até que o Sr reafirme sua adesão à TARIFA LIVRO. Estávamos todos radiantes com o seu apoio. Este e-mail será exibido na Internet e pessoalmente a pessoas solicitando que compartilhem de minha iniciativa, agora mais árdua, de sensibilizá-lo a voltar a apoiar a implementação da TARIFA LIVRO já! Este é um anseio antigo, de todos, e é a sua oportunidade de marcar nesta sua gestão de presidente da Câmara Brasileira do Livro esta implementação. Se o fizer, a TARIFA LIVRO terá uma marca forte Siciliano, junto com os demais incentivadores, do contrário eu não estaria fazendo este apoio. Se não o fizer, tornará apenas mais difícil e moroso este anseio antigo de todos. Vou à São Paulo tomar um café numa Livraria Siciliano, tirar uma foto com o Sr. e selar seu apoio à TARIFA LIVRO.

Vamos tornar esse episódio em mais um pitoresco momento do mundo dos livros com um final feliz.

Sem mais, não posso deixar de lembrar o mote do livro que traduzi, Por Quem os Sinos Dobram, de Ernest Hemingway: "Não me pergunte por quem os sinos dobram, eles dobram por ti".

Saudações literárias

Peazê
PS: abaixo e-mail e fax enviados para o Presidente Lula, e para o Presidente dos Correios

lula
----- Original Message -----
From: Luís Peazê
To: pr@planalto.gov.br Sr. Gilberto Carvalho - Gabinete Particular do Presidente Lula
Sent: Thursday, September 21, 2006 11:39 AM
Subject: Presidente Lula fez a sua parte, assinou a Lei do Livro, agora a TARIFA LIVRO é competência dos Correios



Excelentíssimo Sr. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva,

Venho a Vossa Excelência expressar júbilo por uma de suas felizes deliberações em seu atual mandato como Presidente da República. Refiro-me à assinatura da LEI Nº 10.753, de 30 de outubro de 2003, que Institui a Política Nacional do Livro. Em especial, neste momento, ao seu Capítulo IV que trata Da Difusão do Livro, ao seu Parágrafo IV que "estabelece tarifa preferencial, reduzida, para o envio de livro brasileiro".

Esta parte da Lei do Livro ainda não foi implementada na prática.

Na data em que comemoramos o Dia da Independência deste ano, 07 de Setembro último, lancei a campanha PELA TARIFA ESPECIAL DE ENVIO DE LIVROS PELOS CORREIOS via Internet, convidando as pessoas para fazerem a adesão à campanha. E a campanha, inicialmente, envolve apenas o envio de uma carta à ECT - Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, solicitando ao Presidente dos Correios que implemente uma TARIFA LIVRO, a exemplo do que existe em vários outros países. No mini site da campanha TARIFA LIVRO ofereço sugestões no levantamento de dados, planejamento e execução de projeto, e reconheço a magnitude de tal projeto.

Hoje, uma comitiva liderada pelo Presidente da Câmara Brasileira do Livro e patriarca de uma família de livreiros, cito a Livraria Siciliano, encontra-se com Vossa Excelência no Palácio do Planalto para apresentar-lhe o Manifesto do Livro assinado por aproximadamente 3000 pessoas que reivindica políticas em prol do livro em nosso País. Temo que alguns membros dessa comitiva simpatizantes da campanha pela TARIFA LIVRO não tenham oportunidade de lembrar-lhe desse parágrafo da Lei do Livro. Reconheço também que Vossa Excelência nada pode fazer constitucionalmente além do expressivo ato de assinar lei tão importante. Mas, modestamente, acho que, se Vossa Excelência levantar uma bandeira simbólica, como milhares de signatários da Carta à ECT estão fazendo, ao Presidente dos Correios não restará a alternativa saudável de atender ao nosso apelo.

No momento, tudo o que buscamos é sermos recebidos pelo Presidente dos Correios e podermos anunciar na grande imprensa que os Correios iniciaram estudos para a implemenação da TARIFA LIVRO, prevista pela Lei do Livro. Em outras palavras, coloquialmente, ao estilo do Brasileiro Lula eleito Presidente do Brasil por mais de 50 milhões de eleitores, gostaríamos de ouvir de Vossa Excelência algo assim: "Eu fiz o que estava ao meu alcance, assinei a Lei do Livro, agora esse negócio de Tarifa Livro é com os Correios e os seus técnicos, a sociedade brasileira e a ECT têm que entrar em entendimento para viabilizar esse tipo de coisa".

Em breve seremos um milhão de signatários da Carta à ECT e gostaríamos de inserir na lista de ilustres Imortais da Academia Brasileira de Letras, notoriedades do mundo do livro e da educação e cultura, profissionais de todas as categorias, pessoas comuns, vigilantes, trabalhadores da construção civil, donas de casa, estudantes e leitores em geral, repetindo, gostaríamos de inserir nesta lista de adesão à TARIFA LIVRO o nome ilustre do Presidente da República.

Respeitosamente

Luís Peazê
escritor, jornalista (MTB24338) e tradutor
Instituto Brasil Costal - BRCostal
Clínica Literária
www.luispeaze.com
contato@luispeaze.com
+55 +21 2610 0570
+55 +21 8101 5583

correios
----- Original Message -----
From: Luís Peazê
To: presidencia@correios.com.br
Sent: Thursday, September 21, 2006 10:25 AM
Subject: Presidência dos Correios recebe para audiência sobre TARIFA LIVRO


Prezado Sr. Carlos Henrique Almeida Custódio,

Ao cumprimentá-lo venho expressar minha simpatia pela forma com que vem recebendo nossas correspondências.
Na manhã de ontem, recebi o telefonema de sua secretária informando que nosso apelo pela implementação da TARIFA LIVRO está encaminhado ao Departamento Comercial, e que o Sr. Georges Luiz Maximiniano, seu assessor, estuda agendar nossa visita a esta Presidência dos Correios.

Dado o infeliz desagravo de "uma" das notoriedades do mercado livreiro, o Sr. Siciliano (senior), nosso convidado para esta audiência, gostaria de reiterar a solicitação de nos receber para podermos comunicar à imprensa a acolhida dos correios para com o apelo de milhares (nosso objetivo é receber um milhão) de signatários da Carta à ECT pedindo a criação de uma TARIFA LIVRO. Neste caso comparecerei sozinho à visita aos Correios, para conversar com o senhor pessoalmente e representando todos os signatários da referida carta.

Sabemos que a criação de uma TARIFA LIVRO não é uma implementação que possa ser feita em pouco tempo, demanda estudos, levantamento de dados, planejamento, e um processo de execução meticuloso, conforme publicamos no mini Web site da campanha pela TARIFA LIVRO. Mas esta é uma oportunidade espetacular para os Correios como instituição nacional e empresa.

Tomo a liberdade agora, de me referir a sua experiência na Caixa Econômica Federal, para lembrar-lhe da momentaneidade de implementação deste "produto de prateleira" para os Correios, o que será uma marca de sua gestão; o "down grade" de preço aliado à criação de produto de impacto em massa, como o senhor sabe, em economia, resulta em arrecadação em escala; neste caso, uma arrecadação reprimida do mercado; ainda, o "target", público potencialmente leitor, pontos de venda e toda a cadeia do livro e leitura que luta para aumentar os índices de hábito de leitura neste nosso país, experimentarão uma nova realidade de interação, neste caso mercadológica e cultural; em suma, todos os atores ganham, sem prejuízo para nenhum elo dessa cadeia; as redes solidamente estabelecidas, as lojas pequenas, as editoras de todos os portes, os escritores, profissionais do livro, educadores e acadêmicos, todos com mais trabalho a sua frente, mas, especialmente o público em geral.

Apelo, por fim, ao seu apelido de infância, Caico, se me permite, aos seus tempos da república de estudantes, na "
Descascado" em Paraisópolis no sul de Minas Gerais, para que reflita sobre esta necessidade objetiva de uma TARIFA LIVRO de envio pelos Correios.

Ratifico o meu pedido de uma entrevista para comunicarmos fartamente à imprensa que os Correios são favoráveis à criação de uma TARIFA LIVRO, ou o contrário. Por conta da carta de desagravo equivocada do Sr. Siciliano, pelo poder relativo que ele representa, passarei a dirigir um apelo por esta criação da TARIFA LIVRO também a este Sr., convidando todos os signatários da Carta à ECT a apelarem a ele, a sua empresa e à associação que preside por mandato limitado, a Câmara Brasileira do Livro, que reveja a sua adesão e empenho quanto à TARIFA LIVRO.

Aguardo com a expectativa positiva o seu retorno e agendamento de visita, expressando mais uma vez a simpatia por todos os Carteiros do Brasil e aos funcionários dos Correios.

Cordialmente

Luís Peazê
escritor, jornalista (MTB24338) e tradutor
Instituto Brasil Costal - BRCostal
Clínica Literária
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contato@luispeaze.com
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